Arquidiocese de Londrina

Categoria: Notícias

2 jeitos fáceis de celebrar São Nicolau com as crianças

2 jeitos fáceis de celebrar São Nicolau com as crianças

Aqui estão algumas maneiras de tornar este festa especial com o mínimo de preparação. Os pequenos vão adorar!

No dia 6 de dezembro, celebramos um dos dias mais legais do ano: a festa do querido São Nicolau, padroeiro das crianças e inspiração do Papai Noel! 

Nesse dia, muitas crianças católicas acordam e encontram um presentinho escondido em seus sapatos, talvez um doce, um pequeno brinquedo, livro ou as tradicionais laranjas. Gosto de receber moedas de ouro de chocolate para uma conexão memorável com a origem desta celebração.

Mas há alguns anos, sou totalmente pega de surpresa e esqueço o dia da festa até o último minuto. Se isso também aconteceu com você neste ano, não se preocupe! Ainda dá tempo de sair para comprar doces (ou usar o que sobrou do Halloween).

 Aqui estão algumas maneiras de tornar especial este dia de São Nicolau apenas com o mínimo de preparação.

CONTE A HISTÓRIA DE SÃO NICOLAU PARA AS CRIANÇAS

A parte mais importante também é a mais simples! Compartilhe com seus filhos que a Igreja celebra o grande padroeiro das crianças. Destaque algumas histórias sobre a vida dele. Você pode encontrar uma pequena biografia para ler em voz alta aqui. Compartilhar a história é uma boa chance de explicar que os santos não eram perfeitos, mas continuaram tentando fazer o melhor, assim como nós.

Outra maneira de celebrar é assistir a algum filme sobre São Nicolau. Se seus filhos são como os meus, eles ficarão muito felizes em poder assistir a um filme como uma surpresa para o dia da festa. Procure algumas opções na Netflix.


FAÇA ALGO DIFERENTE COM AS CRIANÇAS

Festejar o santo padroeiro das crianças tem que incluir algo delicioso e especial para os pequenos, né? Então, escolha algo divertido e fácil para fazer com eles. Exemplos:

  • faça uma sobremesa simples;
  • compre uma guloseima divertida no caminho da escola para casa;
  • faça um cachorro-quente com as crianças
  • joguem um jogo de tabuleiro juntos

Se seus filhos gostam de desenhar ou colorir, você pode imprimir um desenho especial de São Nicolau para eles pintarem. É só dar um google e deixar a criatividade rolar.

São Nicolau, rogai por nós e pelas crianças!

Fonte: Aleteia Brasil

Quando a expressão de sentidos vai além das palavras

Quando a expressão de sentidos vai além das palavras

Símbolos utilizados na religião católica transmitem significados universais. Conheça os significados dos símbolos do Advento

No domingo, a Igreja deu início ao primeiro tempo do Ano Litúrgico, o Advento. Esse período é reservado para que os cristãos se preparem para acolher o Menino Jesus na grande festa do Natal e, mais do que isso, para que estejam atentos e vigilantes para a segunda vinda de Jesus Cristo, no juízo final. Para isso, as paróquias preparam o ambiente e os rituais de forma com que a comunidade consiga aproveitar o momento da melhor maneira.

Para contribuir com a construção desse ambiente, os símbolos são muito utilizados, pois são representações cheias de significados, e que transmitem convicções e valores, fortalecendo a identidade de um povo sem, necessariamente, utilizar a linguagem verbal. É muito comum, por exemplo, que a cruz tenha um mesmo significado para cristãos de diferentes lugares.

O diácono e professor da História da Igreja, Geraldo Luiz de Souza, explica que a palavra símbolo significa “aquilo que une, aquilo que dá sentido”, contrariando a palavra diábolo que é o que divide.

Você já deve ter percebido que as cores, símbolos e até mesmo as músicas que compõem as celebrações mudam ao longo do ano, de acordo com cada tempo e, nas celebrações do Advento não é diferente, e cada elemento é inserido propositalmente, cada um com um significado e intenção. Mas quais são os símbolos e ações simbólicas desse tempo de preparação e qual a importância deles?

Os símbolos no Advento

O diácono Geraldo divide os símbolos em três categorias: os litúrgicos, os religiosos e os antropológicos e define como litúrgicos os que são indispensáveis para a realização da celebração; os religiosos, os que não são necessários, mas agregam na produção de sentidos e significados; já os antropológicos são símbolos que não pertencem apenas ao cristianismo. 

No Advento, assim como em todos os tempos do Ano Litúrgico, os elementos são mais do que uma composição de decoração, eles favorecem a criação do clima que o momento exige, além de carregarem diversos significados. Os principais desse tempo são a ausência do hino do Glória, cor roxa, ornamentação simples (símbolos litúrgicos) e a coroa com seus elementos (símbolo religioso). 

Ausência do hino do Glória, cor roxa e ornamentação simples

Adota-se essas medidas por ser um tempo de expectativa e vigilância e, por isso, o momento é de discrição, sobriedade e atenção. Com exceção do 3º Domingo do Advento, em que se usa a cor rosa, pois representa a alegria da espera. 

A Coroa

Com origem na religião Luterana, era formada por várias velas pequenas – que simbolizavam os dias da semana – e quatro velas maiores, para os domingos. Foi adotada pela Igreja Católica e usada pela primeira vez no ano de 1925. É envolvida com ramos verdes, uma fita vermelha e, hoje, apenas as velas que simbolizam os domingos permanecem.

  • Forma circular: simboliza a aliança de Deus com a humanidade e a eternidade;
  • Ramos verdes: formados por galhos de pinheiro, o verde traz o significado de esperança, pois mesmo cortados, os ramos de pinheiros, permanecem verdes por semanas;
  • Velas: Quatro velas são acesas, uma a cada domingo, relembrando que Jesus é a Luz do mundo. Sendo três delas coloridas – podendo ser todas roxas – e para a vela do 3º domingo, também chamado de Gaudete (que significa alegrar-se), usa-se a vela da cor rosa claro por ser um dia de alegria;
  • Fita vermelha: a cor da fita simboliza o fogo, o sangue, a vida e o amor.

Outros símbolos podem fazer parte das celebrações ou casas nesse tempo litúrgico como o presépio, as luzes, árvores e ceia de Natal. 

Os símbolos para a Igreja 

Para a Igreja Católica, como um todo, os símbolos e ações simbólicas têm papel fundamental e em todas as celebrações é possível perceber a presença deles.  Diácono Geraldo Luiz de Souza, explica que não há liturgia sem símbolos, pois Deus não se revela apenas por meio das palavras. “Os gestos feitos pelo padre, as roupas que ele utiliza, os objetos litúrgicos, todos eles têm um significado”, afirma. 

O professor explica ainda que a civilização ocidental é muito focada nos aspectos racionais, mas outras linguagens também podem auxiliar na criação de sentidos e, além de ser mais comum ler com os olhos “nós também ‘lemos’ com o olfato, nós também ‘lemos’ com o nosso paladar, nós ‘lemos’ com a nossa audição, não só de palavras, mas também de sons e música.”

Dessa maneira, os símbolos contribuem para que os católicos sejam direcionados para um mesmo sentido, unindo-se em comunidade, com o mesmo propósito, independentemente do local ou idioma que se fale. 

O Advento

Celebrado nos quatro domingos que antecedem o Natal, o tempo de preparação e vigilância é também um tempo de espera, da chegada da boa nova. Nas duas primeiras semanas, a liturgia e preparação são direcionadas para a vinda definitiva de Jesus e nas duas semanas seguintes, prepara-se diretamente para a festa do Natal. O diácono Geraldo Luiz de Souza, explica que no século IV o Cristianismo passou a ser uma religião mais aceita no Império Romano e a Festa do Sol, que acontecia no dia 25 de dezembro e era muito popular na cidade de Roma, passou a ser também a festa do nascimento de Jesus, sendo Ele a Luz do mundo. No entanto, a preparação para esse tempo, da maneira que é realizada hoje (quatro semanas se preparando para as duas vindas de Jesus), teve início com a reforma litúrgica do Concílio Vaticano II.

Novos coroinhas para a Paróquia Sant´Ana e capelas

Novos coroinhas para a Paróquia Sant´Ana e capelas

A partir deste fim de semana 31 crianças passam a servir como coroinhas nas celebrações de nossa paróquia Sant’Ana, zona Sul de Londrina. Segundo a coordenadora da Pastoral dos Coroinhas da Sant´Ana, Raquel Honesko, a cerimônia de confirmação e investidura se realizou no último domingo (21), durante a missa das 19 horas na Capela Sant´Ana, celebrada por nosso pároco, padre Marcelo Cruz.

Raquel informa que do grupo 17 coroinhas integram a pastoral da Sant´Ana, outros 7 são da capela Divino Espírito Santo e mais 7 participam na São José Operário. Uma escala de serviços definindo dias e horários para cada um está sendo montada pelas coordenações da Pastoral dos Coroinhas de cada capela.
Seguindo as diretrizes determinadas pela Arquidiocese de Londrina, os novos coroinhas participaram, durante três meses, de uma formação sob orientação do seminarista Jefferson Bassetto. “Fiquei impressionado com a sede de Deus dessas crianças e adolescentes, nos três meses de formação, me faziam perguntas sem parar o encontro todo. Conhecer mais os tesouros da Igreja, sua liturgia, e ficar mais próximo de Jesus em um exercício diário para buscar a santidade foi nossa meta com essa turma. Fiquei muito contente em dar essa formação” comenta o seminarista.

Atualização das orientações sobre a pandemia – 18/11/2021

Atualização das orientações sobre a pandemia – 18/11/2021

Diante da Resolução da Secretaria Estadual de Saúde (SESA) 1023/2021, publicada no dia 17 de novembro, sobre as medidas de prevenção, monitoramento e controle da COVID-19 nas instituições religiosas, estabelecemos que, em todas as paróquias e capelas da Arquidiocese de Londrina:

1 – Nas celebrações eucarísticas, o local destinado ao público deve observar a ocupação máxima de 100%, cumprindo-se todas as medidas de segurança e prevenção à COVID-19, a saber:

  1. Todas as pessoas devem usar adequadamente máscaras de proteção individual durante todo o tempo que estiverem no templo;
  2. Cada pessoa que chegar para acompanhar as celebrações deve higienizar as mãos com álcool 70% antes de entrar e ao sair;
  3. As igrejas devem disponibilizar condições para que as pessoas adotem a prática de higiene de mãos;
  4. Todos os ambientes devem ser mantidos constantemente abertos, arejados e ventilados, de preferência de forma natural.
  5. A distribuição da comunhão deve ser feita na mão dos fiéis. Esta pode ser feita em fila;
  6. Devem ser adotadas medidas para evitar qualquer forma de confraternização e agrupamento de pessoas na saída dos templos;
  7. Após a celebração, os locais devem ser rigorosamente higienizados, principalmente nos locais frequentemente tocados, como bancos, maçanetas, microfones, etc.

2 – Grupos, pastorais e movimentos podem realizar seus trabalhos nas paróquias e comunidades, assim como reuniões, desde que seguindo estritamente as orientações recomendadas do uso de máscara, prática de higiene de mãos e outras medidas de prevenção.

Reforçamos a necessidade de se prezar pela segurança, responsabilidade e cumprimento dessas medidas. Resultados positivos no combate à COVID-19 só serão alcançados e mantidos com comprometimento de toda população.

Londrina, 18 de novembro de 2021


Dom Geremias Steinmetz

Arcebispo Metropolitano

Campanha de Natal

Campanha de Natal

Casa de vó é lugar de amor e fartura! Por isso aqui na Sant´Ana, vamos ajudar a montar deliciosas cestas de Natal para as crianças e adolescentes da AME, CASA ACOLHEDORA E INSTITUTO UNIÃO PARA A VITÓRIA!

Doe em dinheiro ou Pix o valor mínimo de R$ 60,00 até dia 06/12

A chave Pix é o CNPJ da paróquia: 75228825008060, mas é necessário identificar como Campanha Natal

Novembro é mês dedicado às almas do Purgatório

Novembro é mês dedicado às almas do Purgatório

O Dia de Finados, no dia 2 de Novembro, é dedicado às orações por todos os fiéis falecidos. O Papa Paulo VI, na “Constituição das Indulgências”, de 1967, estabeleceu indulgências parciais e plenárias pelas almas do purgatório, e determinou a semana de 1 a 8 de novembro como a semana das almas, em que podemos lucrar indulgências plenárias a elas mediante uma visita ao cemitério para rezar por elas, tendo se confessado, comungado e rezado pelo Papa (Pai Nosso, Ave Maria, Glória ao Pai). As almas, por elas mesmas não podem conseguir sua purificação; dependem de nossas orações, missas, esmolas, penitências, etc., por elas.

Dia 2 de novembro, dia dos fiéis defuntos. Para a Igreja católica não se trata de um feriado qualquer, mas de uma oportunidade de rezarmos  pelos entes queridos que buscam a plenitude da vida diante da face de Deus. Desde os primeiros séculos, os cristãos já visitavam os túmulos dos mártires para rezar por eles e por todos aqueles que um dia fizeram parte da comunidade primitiva. No século XIII, o dia dos fiéis defuntos passou a ser celebrado em 2 de novembro, já que no dia 1 de novembro era comemorada a solenidade de todos os santos.

A Igreja sempre celebra aquilo que provém de uma tradição, daquilo que é fruto de uma experiência de fé no seio da comunidade cristã. A comemoração de todos os fiéis falecidos evidencia a única Igreja de Cristo como: peregrina, purgativa e triunfante que celebra o mistério pascal. A esperança que deve brotar no coração dos cristãos, os quais são convidados a não parar na morte, mas enxergá-la na perspectiva da ressurreição de Cristo.

O purgatório nos transforma na figura sem mancha, ou seja, no verdadeiro recipiente da eterna alegria. No purgatório a alegria do encontro com Deus que acontecerá, supera a dor e o sofrimento. Só não acredita no purgatório quem duvida da misericórdia de Deus. O verdadeiro significado do dia de finados só pode ser encontrado no amor de Deus.

Fonte: Canção Nova

Papa adverte aqueles que gostam de criticar os outros

Papa adverte aqueles que gostam de criticar os outros

“Como é fácil criticar os outros! Mas há pessoas que parecem ter uma licenciatura em tagarelice. Todos os dias criticam os outros”

OPapa Francisco advertiu hoje aqueles que “todos os dias criticam os outros”, pedindo que eles, antes de criticarem o próximo, olhem para si mesmos.

Na catequese com os peregrinos na Sala Paulo VI, no Vaticano, o Papa proferiu mais uma catequese da série sobre a Carta aos Gálatas (Caminhar segundo o Espírito).

Estilo de vida do cristão

O Papa Francisco explicou o “estilo” de “caminhar segundo o Espírito Santo”.

Crer em Jesus significa segui-lo, ir atrás d’Ele no seu caminho, como fizeram os primeiros discípulos. E significa, ao mesmo tempo, evitar o caminho oposto, o do egoísmo, de procurar o próprio interesse, ao qual o Apóstolo chama «desejo da carne». O Espírito é o guia neste caminho pela vereda de Cristo, um caminho maravilhoso, mas também cansativo, que começa no Batismo e dura a vida inteira. Pensemos numa longa excursão nas montanhas: é fascinante, a meta atrai-nos, mas requer muito esforço e tenacidade.

Segundo o Papa, “caminhar segundo o Espírito” é “deixar-se guiar” por Ele.

Este “caminhar segundo o Espírito” não é apenas uma ação individual: diz respeito igualmente à comunidade como um todo. Com efeito, construir a comunidade seguindo o caminho indicado pelo Apóstolo é entusiasmante, mas desafiante. Os “desejos da carne”, as “tentações” – por assim dizer – que todos nós temos, ou seja, inveja, preconceito, hipocrisia, ressentimentos continuam a fazer-se sentir, e o recurso a um preceito rígido pode ser uma tentação fácil, mas ao fazê-lo desviar-nos-íamos do caminho da liberdade e, em vez de subir ao cume, voltaríamos para baixo.

Mansidão

Seguir o caminho do Espírito requer – explicou o Papa – dar lugar à graça e à caridade.

Ouçamos as suas palavras: «Irmãos, se alguém for surpreendido nalguma falta, vós, que sois animados pelo Espírito, admoestai-o com espírito de mansidão; e tu, tem cuidado ti mesmo, para não caíres também tu em tentação. Carregai os fardos uns dos outros» (6, 1-2). Uma atitude muito diferente da tagarelice; não, isto não é segundo o Espírito! Segundo o Espírito, é ter esta doçura com o irmão para o corrigir e vigiar sobre nós mesmos com humildade, para que nós não caiamos naqueles pecados.

Tentação de julgar

O Papa indicou que, “quando somos tentados a julgar mal os outros, como é frequentemente acontece, devemos primeiro refletir sobre a nossa fragilidade”.

Como é fácil criticar os outros! Mas há pessoas que parecem ter uma licenciatura em tagarelice. Todos os dias criticam os outros. Mas olha para ti mesmo! É bom perguntar-nos o que nos motiva a corrigir um irmão ou uma irmã, e se não somos, de alguma forma, corresponsáveis pelo seu erro. O Espírito Santo, além de nos doar a mansidão, convida-nos à solidariedade, a carregar os fardos dos outros. Quantos fardos há na vida de uma pessoa: a doença, a falta de trabalho, a solidão, a dor… E quantas outras provas que exigem a proximidade e o amor dos irmãos!

Podem-nos ajudar as palavras de Santo Agostinho, quando comenta este mesmo excerto: «Portanto, irmãos, se alguém for apanhado nalguma falha […] corrigi-o desta maneira, com mansidão. E se tu levantares a voz, ama interiormente. Se encorajares, se te mostrares paterno, se repreenderes, se fores severo, ama!» (Sermões 163/B 3). Amai sempre! A regra suprema da correção fraterna é o amor: querer o bem dos nossos irmãos e irmãs. Trata-se de tolerar os problemas dos outros, os defeitos dos outros em silêncio na oração, e depois encontrar o modo correta de os ajudar a corrigir-se. E isto não é fácil! A maneira mais fácil é a tagarelice. Esfolar a outra pessoa como se eu fosse perfeito. E isto não deve ser feito. Mansidão. Paciência. Oração. Proximidade!

Fonte: Aleteia Brasil

Projeto “Criança: semente de Esperança – Arte que Evangeliza” realiza entrega de livros de histórias bíblicas às crianças

Projeto “Criança: semente de Esperança – Arte que Evangeliza” realiza entrega de livros de histórias bíblicas às crianças

Confira como foi a entrega dos livros de histórias bíblicas e brinquedos para as instituições: AME, Casa Acolhedora e Instituto União para a Vitória.

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 Um dia cheio de emoção onde pudemos sentir a alegria que é fazer a diferença na vida das crianças. Que Deus possa retribuir a todos que colaboraram para que esse dia acontecesse.