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Solenidade do Natal do Senhor, 25 de Dezembro

Solenidade do Natal do Senhor, 25 de Dezembro

22 dezembro | Paroquial

Natal é

Natal é a festa dos extremos. Afinal, Deus, sendo infinito, onipotente, onisciente e onipresente, escolhe se tornar um menino frágil, pequeno, dependente e pobre. Assim Ele abraça de cheio nossa humanidade, especialmente nas situações em que ela se apresenta mais fragilizada. No Natal, o Senhor nos acolhe em nossa fraqueza.

Natal é a festa da profecia. Mesmo sem saber ainda falar, ao nascer pobre, numa situação de improviso e carência, Jesus denuncia o sofrimento de tantos homens e mulheres que experimentam na pele a dor do egoísmo e da ganância de uma sociedade que tem dificuldade em aprender a lição da partilha.

Natal é a festa da generosidade. A verde árvore repleta de enfeites coloridos, a mesa farta e a troca animada de presentes vêm recordar que, em Jesus, Deus se entrega a nós por inteiro, sem reservas, e nos chama a esta mesma generosidade. O Natal é o convite máximo para sermos pessoas solidárias e capazes de partilhar, especialmente com aquele que nada têm.

Natal é a festa do encontro. Encontro entre divino e humano, entre o céu e a terra, entre familiares e amigos, entre pessoas que estão com as relações abaladas, mas que nesta época decidem considerar a graça de pedir, oferecer, dar e acolher o perdão.

Natal é a festa do recomeço. Deus, que nasce dia a dia nas situações mais imprevistas, como fez na pobre gruta de Belém, recorda-nos que sempre é tempo de recomeçar. Quem caiu, sabe que é possível levantar, quem se perdeu no caminho, percebe que pode retomar a rota, quem se sentia paralisado pelo medo, aprende que reavivar a coragem para seguir em frente é a melhor decisão a ser tomada.

Natal é a festa das famílias. De todas as famílias, sem exceção. É a declaração absoluta de amor que Deus faz para a humanidade.

Natal é a festa de todos. Ninguém deve se sentir excluído. Independente de crença, raça, religião ou nível social, todos somos convidados a nos encontrar na gruta de Belém, diante do Menino que desarma nosso orgulho, que transforma nosso coração, que nos dá a chance de aprimorar dentro de nós aquilo que temos de melhor para depois oferecê-lo a nosso irmão.

Um grande abraço, Feliz Natal!

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